BEBÊ MAMÃES REAIS MATERNIDADE

Bebê conforto e cadeirinhas para automóveis

7 de setembro de 2018

Fernanda:
Vamos falar desses assentinhos que custam um rim e a gente às vezes se arrepende de ter comprado, se arrepende do modelo ou então os ama de paixão?
Pois bem, eu comprei a princípio um bebê conforto da Maxi Cosi (o modelo Mico), super seguro, com qualidade INMETRO, capota solar e blá blá blá! Usei pouco, muito pouco pelo valor que esse me custou, até porque, os carrinhos de hoje são tão bons que não precisam de bebê conforto adaptado, a gente coloca o bebezinho no carrinho mesmo e não precisa ficar tirando o bebê conforto do carro, adaptando no carrinho e tendo uma trabalheira danada (MINHA opinião, né?). Até porque o bebê (que pesa em torno de 3kg) dentro do bebê conforto parece que pesa uns 10 kg pra gente carregar no braço, melhor um colinho, um sling ou mesmo uma mochila de carregar! Fora que o bebê cresce um pouquinho e já fica todo apertado e incomodado lá dentro.

Dani:
“Bebê desconforto”

Quando eu ainda estava grávida, uma amiga me orientou: não compre o bebê conforto,você usará muito pouco; invista numa cadeirinha dessas que vão se transformando até virar acento. Ouvi e guardei o conselho.
Quando chegou a época de comprar o carrinho, eu esqueci o que ela havia me dito (ahhhh que raiva de mim rsrsrrs). Começamos a procurar com uma lista de exigências na mão (assunto para outro post) e acabamos optando por um Travel System da Kiddo. O bebê conforto que acompanhava o carrinho era o Casulo mas, ele não tinha base. Meu esposo achava que a base era desnecessária e eu achava a opinião dele um absurdo. Compramos com base.
Nosso modelo é o Caracol 411 (Grupo 0+ – até 13kg).
Resolvemos colocar no carro, assim que completamos 37 semanas de gestação, porque vai que, né? Melhor prevenir do que remediar rsrrs
Veio então meu primeiro arrependimento: A base!! Eu deveria ter feito um “test drive” antes de comprar. A base é fixada ao banco, apenas por uma passagem do cinto, na parte mais próxima ao encosto do banco. O que a torna (a meu ver) extremamente vulnerável. Ela não proporciona ao bebê o conforto e a estabilidade que eu imaginava.
Apoiada em um local reto, até que o conjunto tem uma inclinação razoável, mas, o banco traseiro do meu carro tem uma inclinação para trás, a fim de ser mais confortável para o passageiro (acredito eu). Isso faz com que a base e consequentemente o bebê conforto fiquem mais inclinados para a frente (frente deles) e a cabecinha do bebê, principalmente quando dorme, inevitavelmente cai para a frente do corpo; até existe um apoio de cabeça, mas não ajuda muito.
Outra coisa estranha é o cinto que, apesar de ser ajustado aparentemente de maneira conjunta, fica sempre com um lado mais folgado.
O tecido também é algo que eu não gosto: grosseiro e super quente.
As partes bacanas dele são:

1) o encaixe no carrinho, eu acho bem prático;

2) a facilidade de remoção da capa para limpeza; e

3) a alavanca que o destrava para ser retirado da base. Acredito que caso fosse necessária uma remoção rápida, não haveria quaisquer problemas.
Em uma próxima gravidez, comprarei uma cadeirinha porque, apesar de ter usado o bebê conforto algumas vezes fora do carro, não foram suficientes para valer uma nova compra.

Fernanda:
Minha segunda aquisição, a qual sou suspeita para opinar, é minha paixão, a Eletta da Chicco, que serve para bebês/crianças de 0 a 18 kg. Ela pode ser colocada virada para trás (usada como bebê conforto) ou virada para frente (quando o bebê completa 1 ano ou 9 kg), tem reclínio fácil e numa inclinação excelente para quando o bebê ou mesmo a criança já maior dorme, cinto de 5 pontos, super segura, mega fácil de limpar e tinha disponibilidade em 3 cores, a um preço justo, pois no meu caso, foi usada por 3 anos, mas muita gente usa até mais. No meu caso, em específico, minha filha é alta para a idade e a cabeça já estava passando a altura do encosto, porém ainda não atingiu o peso máximo.

Fernanda:
E, por fim, comprei uma que não gostei muito até o momento, é a Grow up 123, também da Chicco, essa cadeira promete acompanhar o crescimento da criança a partir dos 9-12 meses até os 12 anos de idade, aproximadamente. Diz ter um sistema reclinável fácil de usar, mas não reclina praticamente nada (a criança dorme e o pescoço cai). Possui um mini redutor de tecido respirável que acomoda corretamente a criança. O forro pode ser removido sem que os cintos sejam desinstalados, o que evita o uso inadequado do equipamento. Cinto de cinco pontos e posteriormente com o crescimento pode ser descartado para o uso do próprio carro. Encosto de cabeça ajustável na altura. Também encontrada em três diferentes cores, homologada segundo as normas europeias e certificada pelo INMETRO o que garante segurança e qualidade. Mas, no MEU CASO, ainda está em testes!!!

 

Cara leitora, se você possui um destes modelos, ou um modelo distinto, deixe nos comentários sua impressão sobre ele, será um prazer!

 

Dani e Fer, mães do Pedro e da Malu, respectivamente.

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