MATERNIDADE

Carta aberta a todas as mães

9 de janeiro de 2019

Passei uns dias com minha mãe no mês de Novembro.

Samuel estava se recuperando de um probleminha no pulmão e nestes dias que passo com ela eu, invariavelmente, me vejo fazendo tudo o que eu enquanto menina, jurava que jamais repetiria ao meu filho caso eu tivesse um.

Minha mãe fazia e falava coisas que eu pensava que nunca iria fazer ou falar.

Mas, quando chegou a hora, eu descobri que são estas frases que realmente funcionam.

Eu, do alto da minha maternidade de 1 ano e 5 meses, já utilizo estas frases que foram proferidas por minha mãe desde 1979:

“Você achou isso aqui? Não. Então vai guardar no lugar certo!”

“Um dia você vai ter filhos iguais a você, aí vai ver o quanto eu sofro.”

“Quando você for dono do próprio nariz, você faz o que quiser.”

“Enquanto estiver no mesmo teto que eu, vai fazer o que eu mandar.”

“Vem comer senão vai esfriar.”

“Vou contar até 3…”

“Eu avisei, não avisei?”

“Você é igualzinho ao seu pai!”

“Quando eu tinha a sua idade eu trabalhava e estudava.” (seguido de uma boa gargalhada minha, porque eu sou mãe, mas não perdi o bom humor)

“No dia que eu sumir…”

“Tudo eu nessa casa!”

 

Mara, mãe do Samuel e igualzinha escarrada e cuspida à mãe dela, a Dona Neuza

 

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