BEBÊ FAMÍLIA VIAGENS

Viajando pros EUA com um bebê de cinco meses

11 de janeiro de 2019

Desde antes de a Raquel nascer, já havíamos decidido que ela viajaria conosco para vários lugares, pois amamos viajar. Como temos família nos EUA, ele foi o escolhido para a primeira viagem internacional dela. Compramos as passagens assim que ela nasceu e a ida aconteceria quando ela tivesse 5 meses e meio.

Antes de comprar as passagens avaliei:

  • Tempo de voo/ conexões
  • Horário do voo (noturno é a melhor opção)
  • Temperatura no destino (nossa cidade é muito quente e não queria que ela sofresse com uma queda muito brusca de temperatura)
  • Deslocamentos internos (passaríamos um tempo no Texas e um tempo em Orlando)

Optamos por um voo da United com parada breve  em Chicago na ida e em Washington na volta (Melhor escolha? Não! Eu ainda prefiro o voo direto da Azul que sai de Campinas, mas, era o que o orçamento permitia) com o trecho Brasil-Eua noturno em novembro, e os trechos internos com uma companhia low cost (Allegiant). Assim que compramos os tickets, liguei na companhia aérea e reservei o bercinho. Como ele fica localizado em uma parte do avião com espaço extra, ganhamos um upgrade.

A parte mais cansativa da viagem, tanto na ida quanto na volta, foi o trajeto de carro de Ribeirão Preto x São Paulo. Na ida, com receio de qualquer imprevisto, saímos muito antes do voo e chegamos no aeroporto por volta das 14h. Nosso voo era às 21h. Já começamos a viagem cansados.  Consideramos a possibilidade de ficar em um hotel na véspera, mas como o checkout seria as 14h de qualquer forma, não valeria a pena.

Optamos por iniciar a introdução alimentar da Raquel somente na volta da viagem e como ela mama exclusivamente no peito, a alimentação dela foi uma preocupação a menos!

No check in, o pessoal da United foi super cortês e confirmou a disponibilidade do moisés. Ficamos naquelas poltronas do meio, com 3 cadeiras. Acomodamos a Quel na almofada de amamentação e ela dormiu durante a decolagem (idem na volta) e logo que o avião alcançou altitude eles disponibilizaram o berço e eu consegui jantar e tomar café da manhã tranquila. Durante a noite, o aviso de atar cintos foi ligado algumas vezes por causa de turbulências e era necessário ficar com ela no colo. A almofada de amamentação ajudou muito nessa hora!

Fizemos também uma máscara de dormir pra ela. Ela gosta do escurinho durante a noite e pensamos que as luzes do avião poderiam atrapalhar. Foi ótimo! Assim que ela dormiu colocamos a máscara e ela foi direto até de manhã.

Não usamos o fraldário do avião. Coloquei duas fraldas sobrepostas (uma M e uma G) na ida, mas, ainda assim vazou e tivemos que dar um banho nela em Chicago (fraldário excelente, exceto pela água GELADA!) com muito choro. Na volta eu coloquei uma fralda comum, uma pants e uma G comum por cima! Chegamos sem vazamentos!

Durante a descida/imigração/bagagem usamos o sling e canguru que ajudaram muito! Ela ficava calma e tínhamos as mãos livres.

Nos voos internos, que eram de três horas, ela deu uma canseira na ida que era ao meio dia e dormiu na volta às 19h.

Saindo de Orlando, de volta pro Brasil, a equipe da companhia aérea também bem solícita e voltamos só nos três nas poltronas do meio. Com o bercinho disponível e sem turbulência, ela ficou praticamente a noite toda lá.

Na volta de carro para Ribeirão estávamos todos bem exaustos e ela chorou nos últimos quilômetros (pensamos até em parar em um hotel, mas tudo que queríamos era chegar na nossa casa). De novo, senti saudades do voo direto saindo de Campinas.

 

Carla Vaz de Lima, mãe da Raquel de 7 meses, que ainda está colocando em dia a vida depois da viagem.

 

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